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Governança, modernização e resposta adaptativa às mudanças sociais.

Nos últimos dois anos a humanidade passou por um dos seus maiores desafios. Uma pandemia trouxe pânico, desespero, ansiedade e insegurança. Perdemos entes queridos.

Fomos obrigados a nos adaptar para evitar um inimigo mortal e invisível. Todas as nossas certezas foram abaladas. Em decorrência desse contexto, os paradigmas de gestão tiveram que dar as respostas exigidas pela sociedade. As administrações tiveram que se reinventar, ressignificar e inovar para sobreviver. O adensamento tecnológico demonstrou-se indispensável para um novo modelo: a gestão eletrônica. A virtualização que representou a base de uma nova metodologia de governança, uma resposta adaptativa às mudanças sociais. A redução de gastos e a otimização do tempo e da força de trabalho se tornaram imperativos.

Esses novos gestores convivem no seu “radar” diário com a desafiadora automatização de atividades, buscando obsessivamente a eficiência, a eliminação de erros e o aperfeiçoamento dos processos.

Tudo isto para garantir os recursos necessários para manter as administrações funcionando, oferecendo saúde, educação, segurança e assistência social atendendo a demandas ilimitadas com um orçamento limitado. Eis que, agora, o grande desafio é prover um efeito multiplicador desse conceito. Fazer com que todos os integrantes do serviço público se assenhorem dessa nova vertente tecnológica, para muitos, uma ruptura cultural.

Para isso, é necessário o desenvolvimento de plataformas com base didática intuitiva, objetiva e, ao mesmo tempo, cada vez mais simples, podendo ser operadas por qualquer um dos integrantes do serviço público.

Para muitos, uma utopia. Mas a utopia é que faz com que continuemos evoluindo e nos desafiando. Afinal, desde os primórdios na terra o ser humano enfrenta e vence o desafio de continuar evoluindo.


Fonte: jlpolitica.com.br

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